Cadeira 01 - Acadêmico Antonio Guedes Alcoforado

Patrono GERALDO FELIZARDO DA COSTA nasceu em Oeiras a 05 de novembro de 1933. João Felizardo da Costa, seu pai e Moisés Felizardo da Costa seguiram a Coluna Prestes a partir de dezembro de 1925. Trabalhou na roça com seu pai até os 26 anos, na Fazenda Riachuelo (na localidade Cachimbos, em Oeiras), onde concluiu o ensino primário. Em 1960, um mês após a inauguração da nova capital, chegou a Brasília, onde trabalhou na construção civil. Em 1976 concluiu o curso técnico em Edificações. De 1970 a 1980 foi instrutor do SENAI em Brasília (DF). Casado com sua prima Antonina tiveram 06 filhas. No ano 2000 seu conto "Comemoração Brasil 500 anos" classificou-se em 1° lugar no concurso literário "Taguatinga em Prosa e Verso". Foi membro da Academia Taguatinense de Letras (DF). Publicou poesias, contos e romances nos livros:

a) Genealogia "A Memória de Uma Família", 1998;

b) Poesias e contos "Alegria de Viver", 1999;

c) Romance "O Aventureiro Solitário" 1999;

d) Romance "Tergio Malandro - História e Revelação" 2001;

e) Romance "Sete Irmãos e Um Destino" 2001;

f) Histórias de suas origens "Fragmentos do Passado" 2003;

g) Romance policial "Quem é você?" 2003.

Cadeira 02 - Acadêmico PADRE POSSIDÔNIO FERREIRA BARBOSA JÚNIOR 

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Cadeira 03 - Acadêmico CARLOS LAMECK VALENTIM

J. RIBAMAR MATOS (1946-1974) era o poeta que partia sem ter tempo de transmitir à posteridade os sentimentos que lhe sufocavam a alma jovem e idealista. Nascido em Oeiras, era funcionário do Banco do Nordeste do Brasil, morreu precocemente, vítima de um desastre automobilístico, acontecido no Ceará. Era um poeta ligado à tradição da poesia; seus sonetos, rimados e metrificados, tinham substrato geralmente lírico. Um ano antes de sua trágica morte, prestou sentida homenagem a Gerson Campos, em emocionante texto, publicado no jornal O Cometa de junho de 1973, ainda sob o impacto do fatídico acontecimento, no qual dizia não aceitar a "injustiça da Morte, que nivela os bons e os maus".

Silêncio

Pouco te importa o meu sofrer insanoe que eu viva, afinal, como hoje vivo,nessa angústia de pássaro cativo,a andar de desengano em desengano!Já não tenho ilusões nem mais me enganocom a minha existência sem motivo,pois não creio em, depois, ver redivivoo vigor de outros tempos, espartano.Ver-me-ás, entretanto, silencioso e mudo,nem um lamento de meu lábio tristeouvirás nunca mais, depois de tudo!Calado e triste há de me ver agora,sem o vigor de quando tu surgiste,tecendo versos pela vida a fora...

Cadeira 03 - Acadêmico JADER DAMASCENO 

Benedito Amâncio de Freitas, o Burane nasceu em Oeiras a 04 de maio de 1886. Autodidata, vocação inata para a pintura e escultura, Burane era, no entanto um tipo taciturno e gostava da solidão, talvez até para se dedicar por inteiro a sua arte. Zelou fortemente das peças sacras das igrejas de Oeiras, dando-as muitas vezes novas tonalidades. Os seus últimos anos de vida passou atormentados pela catarata, que não lhe permitia mais desenvolver sua arte. O velho artista veio a falecer aos 71 anos de idade, em 21 de novembro de 1957.

Cadeira 05 - Acadêmico RILDON NOGUEIRA DO NASCIMENTO 

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Cadeira 06 - Acadêmico JÚNIOR VIANNA

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Cadeira 07 - Acadêmico Flávio Guedes

Benedito Francisco Nogueira Tapety nasceu na fazenda Canela, em Oeiras, a 30 de dezembro de 1890. Era filho de Antônio Francisco Nogueira e Aurora Leite Nogueira. Morreu na cidade natal, a 18 de janeiro de 1918, aos 27 anos. Jornalista desde o tempo-de estudante de Direito, colaborou no Diário de Pernambuco, do Recife. e em outros jornais da época, como "O Piaui", "O Diário", de Belém, e, depois, no Diário da Madeira. Bom aluno, orador fluente e poeta inspirado. Formou-se pela Faculdade de Direito do Recife, em 1911. Fez o curso jurídico assinando Benedito Francisco Nogueira. Conforme Cristino Castelo Branco, seu companheiro de faculdade, a denominação Tapety, apelido de família, ele resolveu incorporar ao próprio nome - Benedito Francisco Nogueira Tapety, literariamente Nogueira Tapety. Formado, o bacharel exerceu a profissão com brilhantismo. Em 1912, foi promotor público de Oeiras. No ano seguinte, em 18 de novembro, foi nomeado Delegado Ge­ral de Teresina, lotado no gabinete do governador Miguel Rosa (1912­ a 1916). Recebeu o cargo de Lucídio Freitas, outro contemporâneo seu de faculdade. Ainda em Teresina, foi professor do velho Liceu Piauiense (atual Colé­gio Estadual Zacarias de Góes), onde lecionou Filosofia, Psicologia e Lógica.

Cadeira 08 - Acadêmica TERESA CRISTINA DE ARAÚJO SOUSA 

José Expedito de Carvalho Rêgo nasceu na madrugada de 1° de junho de 1928, numa casa da Rua do Fogo, em Oeiras, Estado do Piauí. Era filho de Assuero César Rêgo e Carmen de Carvalho Reis. Faleceu no dia 31 de março de 2000, em Floriano. Formado em medicina pela Universidade Federal da Bahia, a 16 de dezembro de 1953. Exerceu a profissão de médico em sua cidade natal, de 1954 a 1977. A partir de então, passou a medicar na "Princesa do Sul". Em 1971, ainda em Oeiras, com a ajuda de Possidônio Queiroz e Costa Machado, criou o jornal "O Cometa", que circulou, mensalmente, até 1976. Nesse jornal publicou editoriais, crônicas diversas, poemas e as "Estórias do Tempo Antigo", reunidas e publicadas em pequeno livro, em 1995. Neste mesmo ano, veio a lume "Os Caminhos da Loucura". A partir de 1977, colaborou no "Jornal de Floriano", escrevendo crônicas, semanalmente, durante cerca de dez anos, versando quase todas sobre assuntos de medicina. Em 1981, publicou seu primeiro livro, "Né de Sousa", biografia romanceada do Visconde da Parnaíba. Esse livro teve uma segunda edição, sob o titulo de "Vaqueiro e Visconde". Em 1990, lançou "Malhadinha", talvez sua melhor obra. "Vidas em Contraste" veio em 1992 e ganhou o prêmio Wady Moises Said, para o melhor romance do ano, patrocinado pela Academia Piauiense de Letras e Loja Maçônica "Raul Serrano". No dia 5 de março de 1993, tomou posse na cadeira n° 2 da Academia Piauiense de Letras. "Horas sem Tempo", livro de poemas, lançado em 1999. Veio a lume "Crônicas Esquecidas", "post mortem" (2009).

Cadeira 09 - Acadêmico CARLOS GIRLENO ALVES DE LIMA

MARIA ALVES DO SOCORRO LIMA nasceu em 12 de dezembro de 1942, formou-se em professora pela Escola Normal Presidente Castelo Branco. Funcionária pública tendo como tendo como segunda profissão Aderecista e Corte e Costura. Participou como aderecista em eventos carnavalescos em Oeiras. Participou de Feiras e Festivais Culturais com seus trabalhos artísticos. Faleceu em 1992.

Cadeira 10 - Acadêmico Dagoberto de Carvalho Júnior

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Cadeira 11 -

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Cadeira 12 - Acadêmico Edmo Campos

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Cadeira 13 - Acadêmico ROMÃO DA CUNHA NUNES 

ANTÔNIO DA CUNHA NUNES nasceu em 28 de junho de 1940 em Oeiras-PI. Sempre entusiasmado pelo saber e pela literatura, desde muito cedo, envidou grandes esforços para ter acesso ao ensino, o que o levou à formação em Técnico em Contabilidade e Bacharel em Direito. O filho mais velho do Sr. Heleno e da Dona Raimunda, irmão de Raimundo, José "Grande" e Romão, pressionado pelas circunstâncias da vida, viu-se compelido a deixar o Piauí ainda jovem em busca de oportunidades na construção da nova capital do país, Brasília. Nesse período reencontrou Maria do Carmo, também cidadã piauiense, com quem se casou, teve 3 filhos e 3 netos, e conviveu até 2002, ano de sua morte. No campo profissional estruturou uma carreira sólida no serviço público e também no magistério, uma grande paixão. Foi diretor da Divisão de Contabilidade e Orçamento da Universidade Federal de Goiás (UFG). Foi também Professor, advogado e assessor financeiro da Universidade Federal de Viçosa (UFV); Advogado de Ofício da Fundação de Assistência de ao Estudante (FAE); Assessor de Orçamento e Finanças do Departamento de Assuntos Universitários DAU/MEC e aposentou-se como Procurador Federal da Fundação Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Nutria uma especial afinidade com a área orçamentária e financeira, bem como com a oratória, e, por isso, dedicou-se à atividade educacional em cursos universitários e de formação profissional relacionados ao assunto. Ministrou aulas na Associação de Ensino Unificado do DF (AEUDF), na UFV, na Academia de Polícia, entre outras instituições. Era ligado e exerceu liderança na maçonaria, onde alcançou o grau 33º e prestou relevantes e reconhecidos serviços. Mesmo tendo construído sua vida distante fisicamente do Piauí, manteve-se sempre ligado às suas origens, retornando sempre que possível e cultivando os laços familiares e de amizade. Essa ligação o levou a acalentar o sonho de um dia registrar e divulgar suas memórias. Memórias de uma vida compartilhada com amigos e familiares tão estimados em terras piauienses. Não teve tempo de concluir o trabalho em vida, mas contou com a dedicação amorosa do irmão caçula, Romão, que lhe prestou uma bela homenagem na edição do livro "A Serra do Rola Burra".

Cadeira 14 - Acadêmica SÂNIA MARY MENDES MESQUITA DE SOUSA SANTOS 

ESPERANÇA GARCIA, mulher, negra, mãe, escravizada e torturada, advogada em causa própria e de seus filhos, além de defensora de suas companheiras em situação similar. Viveu no século XVIII, na região de Oeiras, na Fazenda Algodões, atualmente território municipal de Nazaré do Piauí. Por não mais suportar os maus tratos que presenciava e de que era vítima, escreveu uma carta ao governador do Piauí, Gonçalo Lourenço Botelho de Castro, denunciando seu senhor. A carta é datada de 06 de setembro de 1770. A carta, em formato de petição, é o mais antigo relato escrito por um escravo no Brasil e revela a situação dos sofrimentos impingidos após o confisco das fazendas jesuítas pela Coroa Portuguesa. Além de se destacar por sua coragem de se dirigir ao governador da Província, Esperança Garcia merece relevância por conhecer as letras (numa época em que nem as mulheres brancas eram alfabetizadas - como regra), bem como por seu espírito politizado, contestador e reivindicatório. Ademais, sua defesa não era de caráter individual, revelando sua personalidade de líder comunitária. Ela é o símbolo da luta pelo ideal de liberdade da descendência negra no Piauí. Recebeu homenagem ao ser dado seu nome ao hospital em Nazaré do Piauí. Há grupos de lutas sociais que levam seu nome, sobretudo aqueles empenhados na dignificação da mulher negra. O dia em que Esperança Garcia datou sua carta-petição, 6 de setembro, foi designado como o Dia Estadual da Consciência Negra. Em 2017 Esperança Garcia recebeu o título de "advogada" da OAB Piauí.

Cadeira 15 - Acadêmica Edna Maria Guedes Aguiar

Alvina Fernandes Gameiro é uma poetisa, escritora, ficcionista, professora, romancista, contista e pintora. Nasceu na cidade de Oeiras, em 1917 e faleceu em Brasília, em 1999. Estudou inicialmente em Teresina, em seguida no Rio de Janeiro, onde se formou em Artes Plásticas pela Escola Nacional de Belas Artes, e obteve graduação na Universidade de Colúmbia, Nova York - USA. Pertenceu à Academia Piauiense de Letras, cadeira nº 14, patrono: Cônego Raimundo Alves da Fonseca. Alvina Gameiro era filha de Vitória Fernandes e do funileiro português Antônio Pedro Fernandes, que veio para o Brasil antes da Primeira Grande Guerra, e fixou-se em Belém, e depois foi contratado pelo governo do Piauí, para montar máquinas de fabricação de laticínios. E escolheu Teresina, em 1922, para fixar a sua residência, em caráter definitivo. A indústria e o comércio de Antônio Pedro Fernandes situavam-se numa casa do centro de Teresina, esquina com o antigo Banco do Brasil, na rua Eliseu Martins, próximo da praça Rio Branco. Alvina Gameiro era casada com o engenheiro arquiteto Argemiro Gameiro. Ela foi uma escritora de sólida formação humanística e cultora excelsa da Língua Portuguesa, senhora de profunda obra publicada, entre romances, poesia e contos. A sua estréia na literatura se deu com o lançamento do romance "A VELA E O TEMPORAL", em 1957, seguido de "O VALE DAS AÇUCENAS", também romance, de 1960. Depois editou um livro de poesia, "ORFEÃO DE SONHO"-1967. E em 1970, estréia no conto com o livro - "15 CONTOS QUE O DESTINO ESCREVEU". E prosseguindo na sua carreira vitoriosa, lança em 1971 - "CHICO VAQUEIRO DO MEU PIAUÍ", romance versificado. E em 1980, já mestra de sua arte, lança o festejado romance "CURRAL DE SERRAS", que foi recebido com louvor pela crítica autorizada. E no piscar das luzes de 1988, dando seqüência ao ciclo do sertão, publica o seu último livro - "CONTOS DOS SERTÕES DO PIAUÍ".

Cadeira 17 - Acadêmico Jota Jota Sousa

Cadeira 18 - Acadêmico João Carvalho Fontes

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Cadeira 19 - Acadêmico WELLESTRON RICARDO DA COSTA MARTINS

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Cadeira 20 - Acadêmico CARLOS HERMES FERREIRA DA CRUZ

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Cadeira 21 - Acadêmica Ana Helcias

Padre David Ângelo Leal nasceu aos 27 de julho de 1922, na localidade Caiçara, município de Campo Grande do Piauí - PI, filho do casal Ângelo Borges Leal e Cinobelina Maria de Araújo. Segundo costumeiros relatos do próprio padre David, desde pequeno já sentia a vocação de ser padre. Realizou seus estudos de filosofia e teologia no Seminário da Prainha, em Fortaleza - CE, prestou voto de castidade e no dia 1º de dezembro de 1946 aconteceu o grande dia da sua ordenação sacerdotal na igreja da Prainha em Fortaleza, tendo como oficiante o Dom Antonio de Almeida Lustosa, de quem recebeu todas as ordens. A 29 de dezembro de 1946, padre David fez a sua primeira celebração na Caiçara, num salão que sua mãe mandou fazer especialmente pra ele. A capela que hoje existe na Caiçara só foi construída em 1972. Ao longo de sua extensa atividade sacerdotal padre David passou por várias cidades e paróquias: Foi Vigário Ecônomo das Paróquias Nossa Senhora dos Remédios, em Picos e Nossa Senhora do Patrocínio, em Pio IX (05/10/1947 a 22/02/1948); Vigário Cooperador e Assistente Eclesiástico do Círculo Operário de Picos e também Capelão das Irmãs Filhas do Coração Imaculado de Maria (1948). Em 1960, mudou-se para Oeiras-PI, onde permaneceu por 20 anos como vigário cooperador da Paróquia de Nossa Senhora da Vitória, sede da Diocese, e Diretor e Professor da Escola Normal Oficial Presidente Castelo Branco e do Ginásio Municipal Oeirense, que, por um contrato de concessão com o município, era administrado pela Diocese. Em 1980 mudou-se para Floriano exercendo a missão de Vigário Geral do Bispado e Vigário Paroquial da Paróquia São Pedro de Alcântara. Em 1986 passou a morar em Picos, assumindo a missão de Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios e Vigário Judicial da Diocese de Picos até setembro de 2004. A partir de setembro de 2004, por motivo de saúde, voltou a morar na sua querida Caiçara, onde nascera, na companhia de seus familiares , onde permaneceu até o dia de sua morte. Durante os sete anos e seis meses, sem poder caminhar, sempre recebeu o valioso cuidado de seus familiares, principalmente das suas sobrinhas, Geni Leal, Tarcilia Bezerra e do casal, Moisés João de Melo e Divina Maria de Jesus Carvalho. Embora com a saúde debilitada, amigos e familiares do padre David Ângelo Leal reuniam-se anualmente na data do seu aniversário para comemorarem o dom da vida. A data já era uma tradição. Na ocasião, era celebrada missa em Ação de Graças na Capela de Nossa Senhora da Conceição. No dia 23 de novembro de 2013, com 91 anos de vida e 67 de sacerdote, faleceu o Pe. David Ângelo Leal. No dia do seu sepultamento, a família fez alguns pronunciamentos e mensagens a respeito da vida do Pe. David e em seguida, o corpo foi conduzido e colocado na sepultura que foi construída sob a orientação do próprio sacerdote antes de morrer, com o pedido que fosse sepultado naquele local. Entre os momentos mais significativos de sua vida destacavam-se os aniversários de nascimento (27/07) e ordenação sacerdotal (01/12) que ele mesmo fazia questão de celebrar com os familiares e amigos. Indagada sobre alguma frase do referido sacerdote que sempre chamou a atenção de todos, sua sobrinha Tarcilia Bezerra, falou: "Na hora que ele descia do carro, dizia": "Cheguei na minha Caiçara, amada, idolatrada, salve, salve!" Fonte: Cidadesnanet

Cadeira 22 - Acadêmico RITA DE CÁSSIA NEIVA SANTOS GAMA

Orlando Geraldo Rêgo de Carvalho nasceu no dia 25 de janeiro de 1930 na cidade de Oeiras, no Piauí, o doutor "honoris causa" da Universidade Federal do Piauí e dos principais romancistas e ficcionistas do Brasil, O G Rego de Carvalho morreu aos 83 anos, no dia 09 de novembro de 2013, deixando uma das obras mais significativas de nossa literatura. Além de Somos todos Inocentes, Amarga Solidão e Ulisses entre o amor e a morte, O G Rego de Carvalho produziu o romance Rio Subterrâneo que integra um marco na chamada geração de 45. Com um simbologismo profundo e a investigação do espírito humano como um dos pontos fortes, o romance de O G Rego de Carvalho é fonte de inspiração para os romancistas por vir. Para Oeiras, O G Rego de Carvalho deixou uma análise fundamental das relações sociais e políticas que se misturavam às relações familiares, entre tradição e tensão. A loucura e a angústia de uma sociedade decadente - a sociedade patriarcal - é dos temas que tocou com sensibilidade ímpar.

Cadeira 23 - Acadêmica  MILENA CAVALCANTE PALHA LIRA

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Cadeira 24 - Acadêmica Socorro de Felão

Zuleica Tapety é artista plástica oeirense. Professora, lecionou na Escola Normal, Desempenhou funções públicas na municipalidade. Mudou-se para o Recife, em 1961, foi casada com o engenheiro paraibano Vicente Pontes. Nasceu em 04 de julho de 1924 em Oeiras (PI) e faleceu em 08 de março de 2017, em Recife (PE), onde residiu durante 57 anos. Desde criança, dedicou horas de seu tempo à pintura. Começou a se interessar pelas cores mesmo desde antes de ir estudar no Colégio das Irmãs, em Teresina. Brincava com as pedras coloridas da calçada em frente à casa do pai, formando imagens, como ela mesma disse. José Tapety, seu pai, dizia orgulhoso: "Zuleica leva jeito para pintura". No internato, onde estudou violino e pintura clássica, destacou-se pela sua habilidade em retratar e repetir com incrível fidelidade os desenhos e com isso conquistou a admiração da sua mentora (mestra de origem italiana, irmã Vitorina, que a introduziu os princípios da pintura a óleo sobre tela, desenho e os segredos das cores. Seus primeiros trabalhos foram feitos a partir de desenho de observação. Os carneirinhos das nuvens levados pelos ventos, o azul inigualável do céu de Oeiras e mesmo o chão de pedras que pinta em suas obras, transportam para hoje a paisagem da vida sertaneja oeirense. A forma como ela descreveu e coloriu suas pinturas faz sentir cada imagem, cada objeto, como reflexo de uma experiência existencial que nos conduz à vida pacata de Oeiras, essa coisa bucólica e telúrica que nos faz sentir tanta saudade. Os trabalhos mais recentes que retratam a Oeiras Colonial são resultado de exaustiva pesquisa com base em documentos históricos. Na grande maioria dos monumentos referenciados em antigo mapa trazido pelo médico e escritor Dagoberto Carvalho Júnior, um grande estimulador do seu trabalho.

Cadeira 25 - Acadêmico: OLAVO BRAZ NUNES

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Cadeira 26 - Acadêmica ANNA BÁRBARA DE SÁ

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Cadeira 27 - 

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Orlando Geraldo Rêgo de Carvalho, patrono da cadeira n° 22, pertencente a acadêmica Rita de Cássia Neiva Santos Gama. O. G. Rego de Carvalho nasceu no dia 25 de janeiro de 1930 na cidade de Oeiras, no Piauí, o doutor "honoris causa" da Universidade Federal do Piauí e dos principais romancistas e ficcionistas do Brasil, O G Rego de Carvalho morreu aos 83 anos, no dia 09 de novembro de 2013, deixando uma das obras mais significativas de nossa literatura. Além de Somos todos Inocentes, Amarga Solidão e Ulisses entre o amor e a morte, O G Rego de Carvalho produziu o romance Rio Subterrâneo que integra um marco na chamada geração de 45. Com um simbologismo profundo e a investigação do espírito humano como um dos pontos fortes, o romance de O G Rego de Carvalho é fonte de inspiração para os romancistas por vir. Para Oeiras, O G Rego de Carvalho deixou uma análise fundamental das relações sociais e políticas que se misturavam às relações familiares, entre tradição e tensão. A loucura e a angústia de uma sociedade decadente - a sociedade patriarcal - é dos temas que tocou com sensibilidade ímpar.

Possidônio Queiroz, patrono da cadeira n° 08, pertencente ao acadêmico Juan Foryman. "A memória dos grandes homens deve ser cultuada, para que os seus feitos e o seu exemplo inspirem os que os sucedem, a fim de que, imitando-os, seguindo as suas pegadas, laborem diuturna e conscienciosamente pelo equilíbrio da Sociedade e pela grandeza da terra comum." É com esta transcrição da fala do nobre Possidônio Queiroz em uma de suas cartas que disponibilizamos aqui sua biografia. Originalmente um trabalho de conclusão de curso da professora Etelvina Lessa que, de tamanha relevância, se tornou um documentário, e foi apresentado pelo jornalista João Cláudio Moreno em seu programa no Youtube.

Pedro Francisco da Costa Alvarenga é patrono da cadeira n° 22, pertencente a acadêmica Rita de Cássia Neiva Santos Gama. Costa Alvarenga foi Membro Correspondente Nacional de Portugal Secção de Medicina Patrono da Cadeira No. 10 Eleito: 03/04/1865 Falecido: 14/07/1883. Pedro Francisco da Costa Alvarenga nasceu em Oeiras, Piauí, em 1826. Era neto do português Francisco José da Costa Alvarenga, homem culto e inteligente que, embora sem as láureas acadêmicas, fazia as vezes de médico na província do Piauí. Em 1834, deixou Oeiras, então capital do Piauí (capital de 1759 a 1852), com apenas 8 anos de idade, mudando-se, com toda a família, para Portugal, e nunca mais retornou à sua terra natal. Quando faleceu, rico e famoso, em 1883, em Lisboa o Dr. Pedro Francisco da Costa Alvarenga era um respeitadíssimo médico e cientista em dimensão Europeia. Era um homem muito rico e, em um de seus legados, destinou uma quantia à Província do Piauí para a construção de uma Escola em Oeiras. A "Corte Imperial" que fez com que a mudança da capital, em 1852, para Teresina, operasse, também, a mudança se suas duas escolas para a nova capital, deixando Oeiras sem nenhuma. Provando, também, nunca ter renegado suas raízes piauienses, o cientista instituiu, com sua herança, o "Prêmio Alvarenga do Piauí" para as Academias de Medicina de Paris, Lisboa, Bruxelas, Viena, Berlim, Filadélfia, Estocolmo e Rio de Janeiro. Em Lisboa, ainda adolescente cursou Matemática na Escola Politécnica e Zoologia na Academia de Ciências. Em 1845, matriculou-se no curso de Medicina da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, concluindo-o com louvor em 1850. Depois de formado, rumou para a Bélgica, doutorando-se com brilhantismo pela conceituada Universidade de Bruxelas, em 1852. De retorno a Portugal, iniciou o trabalho de atendimento clínico, tornando-se médico efetivo do Hospital de São José, da Santa Casa de Misericórdia, subdelegado de saúde e médico honorário da Câmara de Sua Majestade Fidelíssima. Foi, entretanto, inexcedível em sua luta de amparo aos enfermos durante as duas grandes epidemias de cholera morbus e de febre amarela, que assolaram a capital portuguesa (1853 - 1856), assumindo a direção de vários hospitais especialmente montados naquela oportunidade. Por esse tempo adquiriu grande reputação, sendo chamado a toda parte. Era o médico de Lisboa. Segundo a imprensa de antanho, se não bastasse a sua profícua produção acadêmica, bastava ouvi-lo "para se reconhecer o médico que sabe fazer o diagnóstico das doenças de peito com precisão quase matemática. A auscultação, a percussão, a mensuração, assim como os demais meios de descobrir as doenças, têm no sr. Alvarenga um apaixonado cultor". E mais, "em tão breves anos não é fácil adquirir neste país maior soma de conhecimentos teóricos e práticos do que possui o sr. dr. Alvarenga" (A Revolução de setembro, n.º 6045, de 8.7.1862; A crença, de 9.7.1862). Concomitantemente ao atendimento clínico, dedicou-se com afinco e denodo ao ensino e à pesquisa, encetando vitoriosa carreira acadêmica. Em 1862, depois de consagradora aprovação em concurso público, assumiu a livre-docência de Matéria Médica da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, onde se formara doze anos antes. Em 1853, fundou e tornou-se o principal redator da Gazeta Médica de Lisboa, conceituada revista que circulou até o ano de 1875, de onde vários artigos foram traduzidos e republicados em outras importantes publicações científicas europeias. Dada a sua notoriedade acadêmica, ingressou como sócio efetivo na Academia Real de Ciências e correspondente na Imperial Academia de Medicina do Rio de Janeiro, além de mais de trinta associações de ciências e letras da Europa. Foi agraciado com títulos e comendas em diversos países. Realizou inúmeras descobertas científicas. Porém, o que mais notabilizou o seu nome foi a descoberta, em 1856, do sinal do duplo sopro crural da Insuficiência Aórtica, também conhecido como "Sinal Alvarenga-Duroziez". Ocorre que aquele conhecido cardiologista francês observara o mesmo sinal seis anos depois e então estava sendo ensinado na escola francesa com o nome exclusivo deste. Entretanto, Costa Alvarenga reivindicou seus direitos e a Academia de Paris, considerando que o sintoma já estava muito vulgarizado com aquele nome passou a denominá-lo homenageando os dois cientistas. Entretanto, alguns tratadistas, entre os quais o italiano Castellino e o brasileiro Miguel Couto, reconhecem apenas a primazia do luso-brasileiro denominando-o apenas por "Sinal de Alvarenga". Em 1872, permaneceu no Rio de Janeiro participando dos debates na Academia Imperial de Medicina, que resultaram na publicação de um livro em 1873. Quando Regressou a Portugal, Costa Alvarenga passou pela Bahia, oportunidade em que medicou o jovem Rui Barbosa, diagnosticando anemia cerebral e subnutrição. Costa Alvarenga faleceu em 14 de julho de 1883, na cidade de Lisboa, vítima de lesão aórtica fulminante, o mal que estudara por grande parte de sua vida. Possuía apenas 57 anos de idade e já era um dos mais respeitados cientistas da Europa. No Brasil, é patrono da cadeira 10 da Academia Nacional de Medicina. Foto: Mural representando Costa Alvarenga, na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.


Professor Gerardo Helcias é o patrono da Cadeira n° 26, pertencente ao acadêmico Pedro Dias de Freitas Júnior. O professor Gerardo era natural de Pilões, município de Santana do Acaraú- Ceará. Quando muito jovem ainda, ingressou no seminário. Lá permaneceu por 12 anos, onde adquiriu grande parte dos seus conhecimentos. Na década de 50 do século XX, o professor Gerardo entrou em Oeiras - PI, acompanhando do então Bispo Dom Expedito Lopes. Durante 25 anos lecionou no Ginásio Municipal Oeirense, que na época estava sob a responsabilidade da Diocese de Oeiras. O professor Gerardo Helcias, foi aprovado em vários concursos públicos, porém, renunciou a todas estas conquistas profissionais, em prol do seu objetivo maior, que era Morar em Oeiras. Atuou na Fundação Cultural de Oeiras como professor de Música, mas, como ele mesmo dizia, o cargo que exercia com grande paixão era o de professor de matemática. Em reconhecimento, recebeu vários títulos de honra ao mérito. Com o passar dos anos, ele também tornou-se referência na arte de fotografar, cuja inspiração maior era fotografar Oeiras em seus aspectos históricos, culturais e religiosos. Muitos hoje, ilustres cidadãos oeirenses, foram alunos do professor Gerardo Helcias. Em 2015 a municipalidade fez uma grande homenagem, consagrando o Ano Cultural de Oeiras ao professor Gerardo Helcias, com uma programação diversa, culminado as atividades com o Festival de Cultura no mês de novembro.